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Fundação casa franca: Tortura assedio e estupro veja a Denuncia.

A fonte da noticia e o Portal GCN e a apuracao e do jornalista Kaique Castro.

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Segundo a matéria desta segunda-feira alguns agentes da unidade de reeducação de adolescentes em franca denunciaram praticas criminosas dentro da instituição.

Praticas como tortura contra internos e assedio moral contra funcionários e o mais chocante uma ex-agente alega ter sido estuprada por um coordenador local.

Nesta ultima semana houve uma onda de denuncia contra a instituição Fundação casa de Franca tanto parentes dos jovens quanto alguns funcionários apontaram irregularidades acontecida na instituição.

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Denuncias apontam que no local ocorreu agressões aos jovens, assédio moral e até estupro.

Em uma ala onde trabalhavam dez agentes que fazem parte da unidade apontaram inúmeras praticas criminosas boletins de ocorrencia foram registrado na policia civil de franca.

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Um agente, chegou a registrar um boletim de ocorrência nesta última quinta-feira, 7. Devido o engavetamento de denúncias de agressões contra os jovens e de assédio moral contra os agentes, atos supostamente praticados por um coordenador da unidade.

Na reportagem a fonte disse

“São práticas de tortura que acontecem lá com os adolescentes. Assédio contra os funcionários. Os adolescentes não podem delatar o que está acontecendo, porque caso contrário, eles vão apanhar mais, além de constantemente serem ameaçados de passarem mais tempo dentro da Fundação”

Ainda de acordo com a matéria tudo indica que o inicio de tudo isso começou com a troca de comando da casa. Atualmente o diretor da fundação casa e o “Marcelo Viana Barense”

Todos os dez agentes alegam ter feito diversas reclamações no entanto sem efeito pois todas eles foram arquivadas pela diretoria da instituição.

“Um adolescente chegou a ser agredido pelo diretor, mas ele é o mesmo que arquiva as denúncias. Ele (diretor) quer implantar uma prática de tortura aqui, mas não estamos acostumados a trabalhar dessa forma. A grande maioria dos agentes é contra esse tipo de prática”, continuou.

Além de agressões ao adolescente, o agente reclama de determinadas atitudes de Barense.

Segundo ele, o diretor trata os funcionários de forma arrogante e desrespeitosa.

Ele narra um episódio que teria acontecido nessa última quinta-feira, quando o diretor o ameaçou caso um relatório pendente não fosse realizado.

Segundo o apurado o Denunciado veio de Riberao preto Erivan de Melo, de 37 anos com seis anos de fundação casa e dois da instituição de franca.

Muitos dos familiares dos detentos tem confirmado que os mesmos tem contado o que acontece na unidade.

A mãe de um jovem de 17 anos, que está internado na instituição por tráfico de drogas, disse que seu filho foi agredido por causa de um chinelo.

Sobre a denuncia de estupro a vigilante terceirizada disse que antes disso tinha um convívio normal com a instituição e o acusado ate que um dia ela mudou de turno e passou a trabalhar sozinha quando tudo ocorreu.

“O Erivan tinha acesso a toda a instituição. Ele ficava andando lá a noite inteira. Até que teve um dia que ele me pegou na cozinha e praticou o ato.

Ele me estuprou na cozinha da P1 (local onde Márcia ficava durante o turno…)”, disse a mulher.“Ele abaixou minha calça e praticou o ato.

Foi muito rápido. Acho que ele ficou com medo de alguém chegar. Eu fiquei paralisada.

Não tive reação. Parece que minha alma saiu do corpo naqueles momentos.”

Márcia diz que, após o estupro, Erivan teria saído e, posteriormente, voltado e dito: “Nossa, como ela é cheirosa!”.

A vigilante disse que decidiu manter silêncio, mas pedia para que os agentes ficassem com ela na guarita enquanto o coordenador estava lá.

“Eles não entendiam o porquê, mas entendiam o meu desespero de ficar perto dele.

Mas eu pedia: ‘Pelo amor de Deus, não me deixem sozinha com esse homem aqui’. Eles não entendiam, mas ficavam”, afirma.A vigilante disse que passou outro apuro com o coordenador. Segundo ela, o homem se sentou em uma cadeira da P1, tirou o pênis para fora e começou a se masturbar olhando para ela.

“Ele me perguntou se eu queria c… Mandei ele colocar aquilo para dentro e saí. Em seguida, ele saiu também”, continuou.Márcia alega que após esses supostos episódios, teria começado o assédio moral. Até que um dia, ela se cansou e relatou os problemas à então diretora do local, mas pediu que ela não o denunciasse, porque tinha muito medo de perder o emprego.Dois meses depois, a vigilante foi transferida para o Caip (Centro de Atendimento Inicial e Provisório), que faz parte da Fundação Casa, onde permaneceu por algum tempo e foi dispensada após seu contrato acabar.

Fundação CasaA

Fundação Casa afirmou, em nota oficial, que abriu sindicância para apurar as denúncias. Leia abaixo a íntegra:“A Corregedoria Geral da Fundação CASA investiga, em sindicância, as denúncias citadas. A Fundação CASA baseia a sua prestação de serviço de execução de medida socioeducativa em regime fechado no respeito aos direitos humanos e fundamentais dos adolescentes, regulados na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), além do próprio Regimento Interno.Não há tolerância institucional à prática de tortura contra o público atendido, assim como a Fundação CASA repudia todo e qualquer ato de violência entre servidores ou contra prestadores de serviço.A relação entre a Instituição e os servidores ainda se baseia na legislação trabalhista vigente, sem qualquer orientação, inclusive por meio do Regulamento Interno dos Servidores, para que gestores extrapolem a boa convivência com seus subordinados na execução do trabalho.”

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