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Queda da indústria de calçados fecha empregos pior mês

O setor calçadista antes da crise ja não estava dando tantos empregos como antigamente. Após um decreto do governo estadual onde ordenava que as fabricas fossem fechadas por um determinado tempo isso foi agravado e pequenas e medias empresas sentiram o impacto.

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Com tudo isso após balanço do setor contabilizamos 44 mil postos de empregos perdidos(no Primeiro semestre) e varias empresas inadimplentes com seus funcionários.

Comparado com Dezembro do ano passado a Abicalçados, estimava que o setor  empregava diretamente 269,4 mil pessoas, número que caiu para 225,4 mil no registro de junho deste ano.

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Dados da sindfranca indicam que são 9Mil postos somente em franca foram perdidos neste semestre.

Empregos setor calcadista

Conforme dados da Abicalçados o local que perdeu mais vagas foi o Rio Grande do Sul, este estado e responsável por 46% da receitas geradas com exportações de calçados no Brasil. E 22% do total de calcado produzido no brasil.

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O Executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que, no entanto, existe um quadro de esfriamento das quedas, consecutivas desde março deste ano.

Segundo o mesmo, no pior mês da crise, em abril, foram perdidos mais de 29 mil postos de trabalho do setor, número que caiu para 16,5 mil em maio e 5,2 mil em junho.

“O fato se dá pela abertura gradual do comércio físico em alguns dos principais centros de compras do País, caso de São Paulo. Ainda estamos longe de uma recuperação substancial, mas é um alento”,

 

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avalia, ressaltando que o quadro de ligeira ‘melhora’ deve seguir até o final do ano.

ALERTA

O dirigente calçadista, tem uma visão quero mercado só vá se recuperar o ano que vem mas ele e muito pessimista quanto a isso  pois a um fato que pode retardar isso.

Segundo ele, a Abicalçados, com o apoio da base parlamentar, tem trabalhado para barrar o veto presidencial à continuidade da desoneração da folha de pagamentos para 2021.

“Estimamos que, caso se confirme o veto, o setor perca mais 15 mil postos ao longo do próximo ano”,

afirma.

O mecanismo da desoneração da folha de pagamentos permite que 17 setores econômicos intensivos em mão de obra, entre eles o calçadista, substituam o pagamento da alíquota de 20% sobre a folha de salários por 1,5% da receita bruta, excluindo as exportações.

A Abicalçados estima que com a reoneração o setor tenha um acréscimo de mais de R$ 570 milhões por ano em carga tributária.

 

Dados retirados

https://www.abicalcados.com.br/noticia/industria-de-calcados-arrefece-queda-no-emprego

http://www.sindifranca.org.br/noticias.html

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