in

Reinfecção do corona virus é possível ?

Vamos la, primeiramente gostaria de salientar que isto e uma pesquisa e anda esta em analise.

PUBLICIDADE

De acordo com estudo de caso “favorece a hipótese de reinfecção”,no entanto é preciso de mais pesquisas.

O estudo de caso se passou com uma técnica de enfermagem que voltou a aprestar sintomas da covid-19 após mas de um mês depois de ter testado positivo.

PUBLICIDADE

Um exame RT-PCR, que identificou o sars-cov-2 no seu organismo em 13 de maio e,depois,em 27 de julho.

Esta informação foi dada pelo HC Ribeirão Preto, através de estudo feito pela Faculdade de Medicina da USP, ela ainda afirma que “a reinfecção e o adoecimento em mais de uma ocasião são eventos possíveis”.

A paciente apresentou os sintomas da doença em 6 de maio, dias depois que teve contato com um colega que havia testado positivo para covid-19.

PUBLICIDADE

Ela estava usando máscara, e contraiu o coronavírus e sentiu dores de cabeça, mal-estar, febre, fraqueza muscular, leve dor de garganta e congestão nasal.

Ela teve o sintoma por dez dias e continuou sem apresentar sintomas 38 dias ele trabalhou normalmente.

Em 27 de junho, ela acordou com todos sintomas do coronavírus e, nos dias seguintes, seu quadro clínico piorou, apresentando diarreia e tosse. Nesse período, dois familiares também foram diagnosticados com o coronavírus.

PUBLICIDADE

No quinto dia em que os sintomas voltaram , a paciente foi novamente diagnosticada com o vírus por meio de um novo exame RT-PCR.

“O presente caso apresenta forte evidência não somente de reinfecção por SARS-CoV-2, como de recidiva clínica da covid-19”, afirma a pesquisa.

Mesmo após concluir que o caso “favorece a hipótese de reinfecção”, o estudo aponta que é preciso aprofundar ainda mais as pesquisas.

“Essa constatação traz implicações clínicas e epidemiológicas que precisam ser analisadas com cuidado pelas autoridades em saúde.”

Um dos pesquisadores desta pesquisa e Fernando Bellissimo-Rodrigues, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Na entrevista dada a Agência Estado alguma das perguntas respondidas foram:

Podemos afirmar que a pessoa infectada pela covid-19, mesmo depois de curada, continua como um vetor de transmissão?

No caso dela, não podemos falar isso porque os familiares que estavam confinados com ela tiveram os sintomas antes de ela apresentar a segunda infecção.

Então, é possível e provável que ela é quem tenha contraído de um deles.

E como podemos afirmar que o vírus não estava adormecido, mas foi contraído novamente?

Não podemos afirmar que isso não tenha ocorrido, mas nos parece improvável que ela tenha ficado assintomática e depois o vírus tenha sido reativado, porque ela se ‘reexpôs’ a uma pessoa confinada e comprovadamente positiva.

Ela teve um fator provocador, isso aumenta a probabilidade de ter havido uma reinfecção e não uma reativação de uma infecção anterior.

Já é possível estabelecer um fator determinante para que uma pessoa seja mais suscetível à reinfecção do que outra?

Ainda é muito cedo para afirmarmos isso, já que só temos dois casos assim na literatura até o momento, o outro em Boston.

Após a divulgação do estudo, tem chegado ao nosso conhecimento outros casos que seriam semelhantes e a USP está investigando, dois em São Paulo e um de Araraquara.

Só então poderíamos atualizar os dados e compará-los, para analisarmos a sorologia dos paciente. Mas por enquanto é muito cedo para afirmar isso.

Esse caso pode comprometer a ideia da “imunização de rebanho” para a covid-19?

Não, ela continua uma possibilidade. Muito provavelmente esse é um caso raríssimo. A gente ainda acredita que a maior parcela de pessoas que contrai o vírus desenvolve a imunidade, só não sabemos quanto tempo ela dura.

Se não houvesse a imunidade de rebanho, veríamos uma situação epidemiológica muito mais catastrófica do que a que temos agora. Se o que aconteceu com ela fosse comum, milhares de outros casos teriam sido notificados no mundo.

A maior importância desse fato é tentar entender por que isso aconteceu e por que a imunidade dela não respondeu adequadamente da primeira vez, o que poderia nos ajudar a prepararmos melhor uma vacina, que não precise de duas doses e tenha mais possibilidade de fixação.

Trechos Retirados de artigo lido na agencia estado.

veja alguns post interessante

Coronavaq

 

Trump assinou ordem onde empresas chinesas foram boicotadas do pais

Garoto MIguel Precisa arrecadar dinheiro para sua cadeira de Rodas adaptada