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Polícia Civil investiga a possibilidade de Monique e Jairinho terem demorado 39 minutos para socorrer Henry na madrugada de sua morte

Segundo a polícia civil Monique Medeiros mãe de Henri Borel e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho demoraram 39 minutos para socorrer a criança após as lesões que levaram à morte.

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A simulação feita na residência do casal afastou qualquer hipótese de um acidente, do menino ter caído da cama ou de qualquer móvel devido à gravidade das lesões, foram cerca de 23 lesões pelo corpo.

A polícia afirma que a última imagem do garoto foi feita às 4:09 do dia (8) de março dentro do elevador do prédio do condomínio onde morava, quando deixaram para ser ir ao hospital, segundo laudo da perícia o menino já estava sem vida.

No depoimento na delegacia Monique disse que acordou por volta das 3:30 eles haviam dormindo na sala assistindo TV, ela acorda vai ao quarto e encontra o filho caído no chão já estava com o olho revirado e gelado.

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Segundo Monique eles imediatamente levaram o menino para o hospital, mas segundo as imagens colhidas pela polícia do elevador mostra que eles saíram 39 minutos após o horário que ela havia dito.
A foto do casal dentro do elevador está no inquérito e é uma prova da Polícia do envolvimento do casal no assassinato da criança.

Segundo Denise Gonçalves Rivera perita criminal, os policiais conseguiram congelar essa imagem que mostra que o garoto já estava morto.

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A babá conversou com Munique por meio do Whatsapp escrevendo que a criança passava por diversas torturas que era praticado por Jairinho, as agressões eram frequentes, a própria criança chegou a falar com a babá que estava sendo chutada e sentia dores na cabeça.

A babá chegar a falar para Monique que tinha um plano de fuga para evitar que a criança continuasse sendo agredida.

 

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