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“Crime de responsabilidade não basta para tirar um presidente”; é imprescindível a mobilização popular nas ruas

O ministro de Temer Bruno Araújo falou sobre a saída de Dilma em 2016 disse que o voto foi político para a retirada de Dilma do poder, quem assumiu o governo foi o ministro do governo do Michel Temer.

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O ministro se lembra que o processo de impeachment foi através de votos era preciso 342 para ser concluído dizendo sim para o impeachment, na casa possui 5013 membros mas esse número tinha também uma pressão da mídia brasileira para afastamento que eram resultado das ruas pela maioria da população brasileira.

Já a oposição contra Bolsonaro precisa também ter uma oposição das ruas da própria população brasileira.

É impossível retirar um presidente simplesmente por crime de responsabilidade, isso não afasta um presidente não tem como tirá-lo através do impeachment e também não tem como ser uma decisão unicamente do governo.

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É preciso a participação da população na rua, caso isso não aconteça se torna um golpe e certamente uma grande multidão irá em defesa do presidente e pode acontecer uma guerra.
Bruno Araújo ex-ministro do Michel Temer disse que o seu voto na para o impeachment de Dilma foi político, mas havia uma mobilização popular nas ruas e essa mobilização fez pressão para o afastamento da presidenta.

Houve um conjunto de fatores que possibilitaram isso, havia crime de responsabilidade, crise econômica financeira moral, havia mobilização popular, os votos na câmeras foram suficientes e no senado e diante disso é difícil sustentar, mas de outra forma não tem como o impeachment simplesmente por crime de responsabilidade, isso não basta.

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Via: dw.com

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