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Família descobre doença rara e sem cura em menino de 5 anos e luta para atrasar degeneração: “Não sabemos o dia de amanhã, se vamos perdê-lo, tentamos não pensar nisso”

Davi Ramos Civeira é um garoto de apenas 5 anos de idade mas já está enfrentando uma grande batalha na vida, foi diagnosticado com 2 anos como distrofia muscular de Duchenne, é uma doença rara que não tem cura.

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A doença enfraquece os músculos e a família luta para desacelerar essa doença para que ele possa viver melhor, precisa para isso de um tratamento muito avançado, o menino mora em Santos litoral de São Paulo e recebeu o diagnóstico em 2019.

Pâmela Ramos de 35 anos mãe do garoto disse que ele começou a andar com um ano e quatro meses, os familiares repararam que ele mexia muito o quadril para andar, alguns pensaram que era característico, mas quando procuraram um médico descobriram que não era algo comum, mas que se tratava de uma doença.

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O médico disse que poderia ser uma doença e após os exames serem realizados foi comprovado essa doença rara.

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Os familiares disseram que foi descoberto por que ele havia caído da cama e ele parou de andar, isso assustou os pais ele ficou 15 dias sem colocar o pé no chão chorava e sentia muitas dores.
Ele não conseguia andar poucos metros sem reclamar de dores e após passar em alguns especialistas com diagnósticos diferentes então foi dado um diagnóstico preciso, desde então vem lutando para desacelerar essa degeneração causada pela doença, a mãe desabafou que o menino é muito forte, é muito corajoso e a família também tem passado por essa luta.

A mãe disse que é tão sério essa doença que parte da musculatura respiratória cardíaca pode ser afetada ele pode parar de respirar, todos estão tentando retardar esse processo, os médicos disseram que ele pode parar de andar aos 10 anos e por isso ele tem passado por fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, além de outros profissionais, Davi entende que tem a doença não chora por isso é cheio de vida, de alegria e toda a família está lutando por ele.

 

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