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Militar trans é afastada dos serviços da Marinha, e advogado da União disse que ela é como ‘piloto de avião cego’

Em algumas áreas o preconceito ainda está muito nítido, Alice Costa é uma mulher trans sendo então afastada de seu trabalho por esse único motivo ainda foi comparada a uma pessoa que possui deficiência “piloto de avião cego”.

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Alice tem apenas 31 anos e precisou de uma decisão judicial para poder trabalhar  com uniforme e cabelo feminino na Marinha do Brasil, agora a ordem foi descumprida com o afastamento e a justificativa é que a identidade de gênero é causa de algumas restrições como um piloto de avião cego ou um segurança tetraplégico.

Seu afastamento foi justificado até então como uma licença por tratamento de saúde e concedido por 90 dias, a justificativa verbal é de que não existe medico endocrinologista no local em que estão para acompanhamento da transição, a advogada de Alice, no entanto, diz que ela não precisa de atendimento presencial, mas que está fazendo seu acompanhamento de forma remota com médico de sua confiança.

Tendo a Marinha descumprido a primeira decisão judicial de inclusão dando liberdade para usar suas roupas e cabelo feminino além de seu nome de preferência para identificação utilizou de forma maliciosa um novo argumento para burlar o que foi mandado na primeira decisão dando licença medica a Alice que não solicitou com argumentos que não são validos.

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O comando do 6° Naval de Ladário disse que não tem irá se manifestar e o problema foi enviado para a área jurídica.

Via: g1.globo.com

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