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Mãe relata que filho deficiente disse a ela que ‘Queria ir para o céu por que aqui dói muito’

Para quem é pai, tudo o que mais importa, é que seus filhos sejam felizes e realizados em tudo na vida. E lutam para que isso aconteça desde o dia em que veem os seus filhos pela primeira vez, até o último suspiro e suas vidas.

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Destacando todo esse amor que os pais sentem pelos filhos, é extremamente doloroso para uma mãe, ver nos olhos de seu filho o sofrimento.

Spencer Powell, de 17 anos de idade, recebe cuidados 24 horas por dia de sua mãe, Emma Powell, de 37 anos, depois de passar por um derrame fetal, ainda no útero, o qual não havia sido detectado durante a gestação, o que acabou lhe acarretando uma série de deficiências muito complicadas.

Em um certo dia, Spencer expressou para sua mãe, o seu sentimento diante de sua própria situação e a deixou de coração partido, dizendo: “Quero ir para o céu porque dói muito aqui”.

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De acordo com a publicação feita no Mirror, Emma contou: “O Spencer tem paralisia no cérebro, além de ser cego, apresentar dificuldade respiratória, displasia em seu quadril e tem o quadril fora da órbita”, explicou ela.“Após o nascimento dele, os médicos notaram sua deficiência visual, mas não todas as outras deficiências, pois elas começaram a se manifestar após os 8 meses de vida dele”, continuou a mãe de Spencer. Ela percebeu que ele não sentava e nem engatinhava, mas os médicos afirmaram que isso era por causa da deficiência visual.

Mais tarde eles descobriram a paralisia cerebral, a qual afeta os quatro membros, além de seis condições que afetam o sono, respiração, crescimento e desenvolvimento do jovem.

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Mesmo com todas essas dificuldades, Spencer se mostra bastante inteligente e experiente. “Ele quer ser um construtor. Quando contratamos um homem para realizar adaptações no quarto dele, ele falou ‘você não pode fazer isso, camarada, está quebrando os regulamentos habitacionais’. É bastante esperto. ”, comentou Emma.

Ela faz de tudo para que seu filho tenha a melhor vida possível. O caso dele é muito complicado, sendo apenas um dos 11 em todo o Reino Unido com essas condições, na época do diagnóstico.

 

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