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O que se sabe sobre a Omicron, nova variante do Coronavírus registrada na África do Sul

Seu nome anterior era B.1.1.529. A cepa tinha sido registrada em Israel, Bélgica, Hong Kong e Botsuana, incluindo a África do Sul.

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A OMS, que a batizou de Omicron, a caracteriza como “variante muito preocupante” (variant of concern), o termo que se utiliza para se referir as variantes mais perigosas. Até o momento foram registrados cerca de 77 casos, e segundo a OMS, parece que os números estão crescendo.

O professor Tulio de Oliveira, o qual é diretor no Centro de Resposta Epidêmica e Inovação da África do Sul, contou em entrevista, que foram detectadas 50 mutações ao todo, e 32 na spike — a proteína que serve de porta de entrada para o vírus alcançar as células. Também foi destacado pela OMS, que “a variante possui um elevado número de mutações, das quais algumas, preocupam muito”.

Um grande medo que vem tomando conta da comunidade científica, é de que a Omicron, se torne “a pior de todas”, mesmo as informações sendo escassas até agora – a OMS informou que a análise em detalhes da nova variante, durará semanas.

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Mas com as momentâneas descobertas, os cientistas estão temendo que essa nova variante, possua um alto índice de transmissão e consiga ter mais resistência no sistema imunológico.Basicamente, isso quer dizer que não somente o número de infecções subirá, mas que, consequentemente aumentará os números de hospitalizações e mortes, além de existir a possibilidade de que as vacinas já desenvolvidas não venham a ter nenhuma eficácia contra ela.

Como dito anteriormente, vão ser necessárias algumas semanas de análise para se saber, de fato, como se dá a transmissibilidade da Omicron e o impacto das vacinas nela.

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Via: bbc.com

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