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Polícia Militar realiza desejo de criança que pediu roupas e cesta básica em cartinha para o Papai Noel

Um adolescente de 12 anos de idade, da Praia Grande, região litoral de São Paulo, não quis pedir os presentes que quase todas as crianças pedem ao enviar uma cartinha para o Papai Noel.

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Ao invés, ele pediu em sua cartinha para que o Papai Noel lhe desse uma cesta básica e algumas roupas. Nesta segunda-feira, dia 20, dois cabos da Polícia Militar realizaram o desejo do menino.

De início, o menino começa dizendo que é um bom filho, e que mora em uma casa alugada com a mãe. “Esse ano foi difícil demais, a minha mãe ficou desempregada em agosto do último ano, por causa de problemas de saúde, e até hoje não conseguiu um trabalho”, explicou.

Ele revelou também que o dinheiro que conseguem, vem da venda de balas e doces na rua, que eles fazem, o que auxilia no pagamento do aluguel da casa, que é de R$400,00.

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“Sobra só um pouquinho, e por causa disso, eu decidi te escrever, Papai Noel. Minha mãe não tem condições de comprar nenhuma roupinha ou calçado para mim. Sei que Deus tem a capacidade de abençoar o senhor, e eu queria te pedir, se o senhor poderia realizar meu pedido”, escreveu na carta. Ao concluir ele pediu uma camisa, tênis, bermuda e uma cesta básica.Em entrevista, Diogo Passos, cabo da polícia militar, disse que ficou sabendo da cartinha e que o menino era um admirador da polícia, por intermédio de um colega, que lhe descreveu as dificuldades que o menino e sua mãe enfrentam.

Após ficar ciente de tudo, Diogo se mostrou muito sensibilizado, e decidiu que ajudaria o menino realizando algumas doações.

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Com o auxílio do batalhão, eles conseguiram comprar camisetas, bermudas um tênis e uma cesta básica. Na parte da tarde desta segunda-feira, Diogo e outra cabo, Edineia Monte, foram a casa do menino lhe entregar os presentes que ele havia pedido em sua carta.

“Foi uma emoção muito grande. São através de coisas assim, de forma ampla, que conseguimos mostrar o lado humanitário da polícia. Um pedido feito por uma criança, completamente diferente do que normalmente uma criança pede”, finalizou Diogo.

 

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