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Voo comercial espalhou Covid-19

Um artigo publicado na revista cientifica em 27/03/2020 mas que so veio a tona agora chamou a atenção da midia.

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Esse trabalho de pesquisa foi financiado pelo Ministério da saúde da nova zelandia.

O artigo tinha por objetivo investigar o genoma da covi-19 SARS-COV-2 em voos comercias com testes em passageiros.

Trecho do trabalho

Desde a primeira onda de doença coronavírus em março de 2020, os cidadãos e residentes permanentes que retornaram à Nova Zelândia foram obrigados a se submeter a isolamento e quarentena (MIQ) por 14 dias e testes obrigatórios para coronavírus de síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2 ) 

Em 20 de outubro de 2020, de 62.698 chegadas, o teste de pessoas no MIQ identificou 215 casos de infecção por SARS-CoV-2.

 Entre 86 passageiros de um vôo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que desembarcou na Nova Zelândia no dia 29 de setembro, o resultado do teste foi positivo para 7 pessoas no MIQ. Esses passageiros vieram de 5 países diferentes antes de uma escala em Dubai; 5 tiveram resultados negativos do teste SARS-CoV-2 pré-parto. Para avaliar possíveis pontos de infecção, analisamos informações sobre suas viagens, progressão da doença e dados genômicos do vírus. Todos os 7 genomas SARS-CoV-2 eram geneticamente idênticos, exceto por uma única mutação em 1 amostra. Apesar dos testes de pré-partida, são prováveis ​​ocorrências múltiplas de transmissão SARS-CoV-2 em vôo.

https://wwwnc.cdc.gov/eid/article/27/3/20-4714_article

Ou seja 7 das 5 pessoas testaram positico para covid depois de um longo voo de dubai para a nova zelandia.

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cinco passageiros haviam feito o teste dias antes do voo e o teste mostrava que era negativo para a covid no entanto apos passar por esse voo verificaram que o resultado agora havia mudado.

As mesmas pessoas passaram também pela suíça e tudo leva a crer que eles levaram o virus para outro local.

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Os pesquisadores também foram atras para saber sobre a posicao que os passageiros que posteriormente testaram positivo para a doença estavam em assentos no corredor, em até duas fileiras de distância dos passageiros da Suíça, de acordo com a publicação.

Cinco dos sete passageiros afirmaram ter usado máscara e luvas, que não eram obrigatórios.

Chegando a nova zelandia foram levados para uma quarentena e descobriram seu diagnostico la.

O estudo diz que um dos casos provavelmente foi infectado na durante a quarentena por um membro de sua família.

segundo as Pesquisadores dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos estimam que fazer o teste três dias antes de viajar reduz o risco de propagação do vírus de 5% a 9%.

No entanto, o teste no dia da partida pode reduzir esse risco de 37% a 61%, segundo o artigo recente.

A edição de novembro da revista científica também destaca que os exames realizados antes da decolagem “podem não detectar os viajantes infectados que estão em seu período latente, já que não disseminam o vírus em quantidade suficiente para detecção”.

Fonte informgarações baseadas no artigo em Ingles da Revista Articles from Emerging Infectious Diseases

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